Infografia baseada na notícia "Portugueses aceitam trabalhar mais pelo mesmo dinheiro", de Sérgio Amaral, do jornal Público, publicada a 5 de Março de 2010.
domingo, junho 13, 2010
Portugueses aceitam trabalhar mais pelos mesmo dinheiro
Infografia baseada na notícia "Portugueses aceitam trabalhar mais pelo mesmo dinheiro", de Sérgio Amaral, do jornal Público, publicada a 5 de Março de 2010.
terça-feira, junho 08, 2010
Com a vinda do Papa a Portugal foram colocadas 4 questões

Alexandre de 24 anos de idade
Profissão: delegado de publicidade
Devido à pedofilia praticada pelos membros do Clero acha que a vinda do Papa Bento XVI pode prejudicar a visita a Portugal?
A associação do tema sexo à religião torna o assunto explosivo. Contudo a reacção à sua visita depende da forma como os media irão abordar a questão.
Este escândalo de que tanto se tem falado Acha que vai afectar a crença dos fieis?
Não vai afectar porque as pessoas são crentes e não mudam, e o facto de o Papa publicamente ter pedido desculpa vai acalmar os ânimos das pessoas.
Sobre a pedofilia praticada pelos membros do Clero o que tem a dizer?
A Igreja Católica é uma entidade extremamente sábia apesar dos erros, e neste sentido o Papa e os seus conselheiros estão a gerir esta situação de uma forma simples.
Acha que o Papa Bento vai ser julgado?
Não, a Igreja perdia a credibilidade, apesar disso acho que o Papa tem culpa por ser o máximo representante da Instituição.
Profissão: delegado de publicidade
Devido à pedofilia praticada pelos membros do Clero acha que a vinda do Papa Bento XVI pode prejudicar a visita a Portugal?
A associação do tema sexo à religião torna o assunto explosivo. Contudo a reacção à sua visita depende da forma como os media irão abordar a questão.
Este escândalo de que tanto se tem falado Acha que vai afectar a crença dos fieis?
Não vai afectar porque as pessoas são crentes e não mudam, e o facto de o Papa publicamente ter pedido desculpa vai acalmar os ânimos das pessoas.
Sobre a pedofilia praticada pelos membros do Clero o que tem a dizer?
A Igreja Católica é uma entidade extremamente sábia apesar dos erros, e neste sentido o Papa e os seus conselheiros estão a gerir esta situação de uma forma simples.
Acha que o Papa Bento vai ser julgado?
Não, a Igreja perdia a credibilidade, apesar disso acho que o Papa tem culpa por ser o máximo representante da Instituição.
Dezasseis militares atropelados na zona de Tancos
quinta-feira, junho 03, 2010
“Não tenham medo” da Mensagem do Ano Novo
A tradicional Mensagem do Ano Novo do Presidente da República apela à esperança num cenário de 2010 que se prevê pessimista, com forte tendência a piorar. Apesar de tudo “não tenham medo”, pede o Presidente.
O prenúncio de Aníbal Cavaco Silva há um ano atrás, de que 2009 seria um ano difícil, é agora reafirmado na nova Mensagem do Ano Novo. A única solução para contrariar a tendência reside na união de todos, mais particularmente da classe política, “deixem de lado as querelas artificiais, que em nada resolvem os verdadeiros problemas das pessoas”, denuncia Cavaco.
A constatação de que o crescente endividamento do Estado está a chegar a “um nível perigoso” é um dos três pontos identificados como sendo basilar na actual conjuntura “de grandes dificuldades”. O aumento acentuado da taxa de desemprego e o endividamento do País ao estrangeiro, “atingindo já níveis preocupantes”, são os outros dois pontos referidos. Se não se contrariar a tendência, profetiza Cavaco Silva, “podemos caminhar para uma situação explosiva”.
“O Orçamento do Estado para 2010 é o momento adequado para essa concertação política”, declara o Presidente, apelando à “capacidade para promover entendimentos da parte de quem governa” e para “uma atitude de diálogo e uma cultura de responsabilidade”, por parte da oposição.
A Mensagem é clara nas prioridades a estabelecer no combate à actual tendência negativa. Uma delas encontra-se no “apoio social aos mais vulneráveis e desprotegidos e às vítimas da crise”. “O contributo das pequenas e médias empresas é decisivo para a redução do desemprego e para o desenvolvimento do País”, esclarece Cavaco Silva. Aqui entra a segunda prioridade a ser resolvida, é necessário apoiar as pequenas e médias empresas. Para isso apela-se a uma congregação de esforços ao sector financeiro no seu todo, para além do Estado.
A “crise não é apenas económica”, “devemos também valorizar a prática do valor da ética republicana”, em todos os sectores da vida, alerta o Presidente. “Recuperar o valor da família”, pois o seu empobrecimento tem sido um dos factores contribuintes para o “agravar das dificuldades que muitos atravessam”.
“No passado nunca tivemos medo”, reafirmando o valor da esperança para o presente Cavaco Silva pede aos portugueses que “não tenham medo” agora.
O comunicado na integra aqui, no sítio oficial da Presidência da República.
© 2006-2010 Presidência da República Portuguesa
O prenúncio de Aníbal Cavaco Silva há um ano atrás, de que 2009 seria um ano difícil, é agora reafirmado na nova Mensagem do Ano Novo. A única solução para contrariar a tendência reside na união de todos, mais particularmente da classe política, “deixem de lado as querelas artificiais, que em nada resolvem os verdadeiros problemas das pessoas”, denuncia Cavaco.
A constatação de que o crescente endividamento do Estado está a chegar a “um nível perigoso” é um dos três pontos identificados como sendo basilar na actual conjuntura “de grandes dificuldades”. O aumento acentuado da taxa de desemprego e o endividamento do País ao estrangeiro, “atingindo já níveis preocupantes”, são os outros dois pontos referidos. Se não se contrariar a tendência, profetiza Cavaco Silva, “podemos caminhar para uma situação explosiva”.
“O Orçamento do Estado para 2010 é o momento adequado para essa concertação política”, declara o Presidente, apelando à “capacidade para promover entendimentos da parte de quem governa” e para “uma atitude de diálogo e uma cultura de responsabilidade”, por parte da oposição.
A Mensagem é clara nas prioridades a estabelecer no combate à actual tendência negativa. Uma delas encontra-se no “apoio social aos mais vulneráveis e desprotegidos e às vítimas da crise”. “O contributo das pequenas e médias empresas é decisivo para a redução do desemprego e para o desenvolvimento do País”, esclarece Cavaco Silva. Aqui entra a segunda prioridade a ser resolvida, é necessário apoiar as pequenas e médias empresas. Para isso apela-se a uma congregação de esforços ao sector financeiro no seu todo, para além do Estado.
A “crise não é apenas económica”, “devemos também valorizar a prática do valor da ética republicana”, em todos os sectores da vida, alerta o Presidente. “Recuperar o valor da família”, pois o seu empobrecimento tem sido um dos factores contribuintes para o “agravar das dificuldades que muitos atravessam”.
“No passado nunca tivemos medo”, reafirmando o valor da esperança para o presente Cavaco Silva pede aos portugueses que “não tenham medo” agora.
O comunicado na integra aqui, no sítio oficial da Presidência da República.
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